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Benta do Rosário

Testamento no qual declara vontades de caráter religioso, escravos, ouro, prata, terras, credores, casas de aipa, entre outros bens.

Bernabé Ferreira dos Reis

Testamento no qual declara vontades de caráter religioso, credores, devedores, cavalos, terras, gado, escravos, entre outros bens e alforria filho de escravo.

Antonio de Almeida Doria

Testamento no qual declara vontades de caráter religioso, escravos, dívidas ativas e passivas, dinheiro para as festas de Nossa Senhora de Campos, entre outros bens.

Des Jose de Barros Accioli de Menezes

José de Barros Acioli de Menezes, filho de outro de mesmo nome e de Ana Rollembarg Acioli, nasceu em Capela, na Província de Sergipe, em 1º de dezembro de 1862. Bacharelou- se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife, na turma de 1884. Iniciou sua carreira profissional como Promotor Público, em 1885, em Itabaiana, mudando, no mesmo ano, para a Comarca de Maroim, e no ano seguinte, 1889, em Aracaju. Nomeado Juiz Municipal, em 1890 ocupou a Comarca de Riachuelo e em 1891 foi transferido para a Comarca de Itabaiana. Ainda em 1891 foi designado Chefe de Polícia, passando a ser Juiz avulso, e nesta condição participou do grupo de magistrados, liderado por Gumercindo Bessa, que instalou o Tribunal de Apelação do Estado de Sergipe, em 16 de novembro de 1891, funcionando apenas por três sessões, todas elas na Congregação dos professores do Ateneu. Instalado o Tribunal de Relação, criado pela Constituição estadual de 18 de maio de 1892, logo o poderio político dos grupos que disputavam o mando do Estado interferiria na composição do Poder Judiciário. Um Decreto do Presidente Oliveira Valadão, de 1894, tirando três desembargadores do Tribunal, abriu vaga para a nomeação de José de Barros Acioli de Menezes, que mais uma vez tinha ocupado a Chefia de Polícia do Estado, mas tinha, também, retomado a carreira na magistratura, como Juiz de Direito de Laranjeiras. De lá foi tirado para ser Desembargador, em 1895, pelo mesmo Presidente Oliveira Valadão. Em 21 de janeiro de 1896, com Guilherme de Souza Campos afastado, é eleito Presidente do Tribunal de Relação, tomando posse em 28 de janeiro, sendo reeleito três vezes, deixando a Presidência somente 11 de julho de 1899, quando, no Governo Olímpio Campos, Guilherme de Souza Campos reassume o seu lugar e é novamente eleito Presidente do Poder Judiciário. Morreu em 1º de março de 1946, em Aracaju/SE.
Texto extraído do Livro "Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008".

Referência:
Sergipe. Poder Judiciário. S484p. Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008 / Org. Ana Maria Fonseca Medina. Colab. Raylane Navarro Barreto; Eugênia Andrade Vieira da Silva. Aracaju: TJ: Sercore Artes Gráficas, 2008. 224p.

Des Gervasio de Carvalho Prata

Gervásio de Carvalho Prata, filho de Manoel Antonio de Siqueira Prata e Constância de Carvalho Prata, nasceu na Cidade de Anápolis (atual Simão Dias), Província de Sergipe, no dia 18 de junho de 1886. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Livre de Direito da Bahia, em 1907. Já naquele mesmo ano foi nomeado Promotor na Comarca de Capela, e em 1908 foi nomeado Juiz Municipal de Lagarto, onde permaneceu até 1910, quando foi transferido para a Comarca de Riachão do Dantas, retornando, no ano seguinte, para a Comarca de Lagarto. Em 1914 foi nomeado Secretário do Governo do Estado, e em 1915, não sendo reconduzido à magistratura sergipana pelo Governo do general Valadão, foi servir à Justiça Baiana ocupando os juizados municipais de Brotas de Macaúbas, Santa Sé e Amparo. Em 1918, com a mudança política de Sergipe, representada pela posse do Presidente Pereira Lobo, volta à terra natal, assumindo a Direção da Secretaria Geral do Estado e no mesmo ano a chefia de Polícia, e já em 1919 volta à magistratura como Juiz de Direito da Comarca de Itabaiana, onde permanece até 1922 quando é nomeado Procurador Geral do Estado. Em 1924 volta para a Comarca de Itabaiana, até que em 1928 é removido para a Comarca de Simão Dias. Por supressão dessa Comarca é posto em disponibilidade, em 1929, para em 1930, após a Revolução, ser nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, assumindo, provisoriamente, o Governo do Estado. Em 1932 cumpriu delegação do Governo do Estado, na questão dos Limites Bahia e Sergipe. Em 1937 foi eleito Presidente do Tribunal de Justiça, sendo reeleito nos anos seguintes, por três vezes e, em 1941, quando vigorava a lei que transformou os cargos da Mesa do Tribunal em cargos em comissão, foi nomeado para um novo mandato, em 5 de agosto de 1941, cargo que ocupa até 1943 quando se aposenta.
Texto extraído do Livro "Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008".

Referência:
Sergipe. Poder Judiciário. S484p. Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008 / Org. Ana Maria Fonseca Medina. Colab. Raylane Navarro Barreto; Eugênia Andrade Vieira da Silva. Aracaju: TJ: Sercore Artes Gráficas, 2008. 224p.

Des Hunald SantaFlor Cardoso

Hunald Santaflor Cardoso, filho do professor Bricio Mauricio de Azevedo Cardoso e de Mirena Cardoso, irmão de Maurício Graccho Cardoso, nasceu na Cidade de Estância, Estado de Sergipe, no dia 02 de setembro de 1894. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Livre de Direito de Porto Alegre, onde vivia com Melquisedeck Cardoso, em 1918. Já nesse ano foi nomeado Promotor da Comarca de Cachoeira, Estado do Rio Grande do Sul, de onde vem, no ano seguinte, para assumir, como Promotor Adjunto, a Comarca de Aracaju. Em 1922 foi nomeado Secretário Geral do Governo de Sergipe e em 1923 incumbido de dirigir o Banco Estadual de Sergipe até que, em 1924, assume interinamente a Chefia de Polícia do Estado. Em 1925 foi Prefeito Municipal de Aracaju, urbanizando a Praça Fausto Cardoso, com corretos para apresentações e saraus. Em 1934 foi designado Procurador Geral do Estado até que em 1935 foi nomeado Desembargador da Corte de Apelação do Estado de Sergipe, reeleito 11 vezes. Foi Corregedor Geral da Justiça em 1943, função que exerceu até 1945, quando assume a Interventoria do Estado, sendo substituído no Poder Judiciário pelo Desembargador Enock Santiago. No ano seguinte acumula as suas funções de Presidente do Judiciário, com a de membro do Tribunal Regional Eleitoral - TRE, assumindo a sua presidência e onde permanece até 1963. Deixou a presidência do Poder Judiciário apenas em duas ocasiões: para assumir a Corregedoria e para ajudar a fundar a Faculdade de Direito de Sergipe, em 1951, da qual foi professor. Aposenta-se em 1964 e morre, em Aracaju, em 25 de junho de 1973, deixando um acervo de trabalhos jurídicos e literários, produzidos sob o estímulo das entidades culturais às quais pertenceu, como o Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe e a Academia Sergipana de Letras, da cátedra na Faculdade de Direito e nos Tribunais que presidiu, angariando respeito e admiração quando se aposenta, retirando-se para o recesso do lar.
Texto extraído do Livro "Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008".

Referência:
Sergipe. Poder Judiciário. S484p. Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008 / Org. Ana Maria Fonseca Medina. Colab. Raylane Navarro Barreto; Eugênia Andrade Vieira da Silva. Aracaju: TJ: Sercore Artes Gráficas, 2008. 224p.

Des Lupicinio Amintas da Costa Barros

Lupicinio Amintas da Costa Barros, filho de Francisco Amintas da Costa Barros e Rita Garcia da Costa Barros, nasceu na Cidade do Natal, Província do Rio Grande do Norte, no dia 17 de março de 1873. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela célebre Faculdade de Direito do Recife, em 1894. Começou a vida profissional em 1886, quando foi nomeado Promotor de Garanhuns, Província de Pernambuco, saindo no mesmo ano para assumir como Oficial de Gabinete, depois Secretário da Prefeitura Municipal do Recife. Em 1900 foi designado Secretário Interino da Inspetoria de Higiene do Estado de Pernambuco, até que em 1901 muda-se para Sergipe e é nomeado Juiz Municipal de Riachuelo, onde permanece até 1903, quando é transferido, já como Juiz de Direito, para a Comarca de Estância, onde assume, também [...] a Inspetoria de Ensino Público de Estância, de onde sai, em 1906, para assumir o importante cargo de Secretário do Governo do Estado. Com a Revolução de Fausto Cardoso e a assunção do Desembargador João Maria Loureiro Tavares como Chefe do Governo Revolucionário, foi exonerado do cargo, nomeado de volta pelo Presidente Guilherme de Souza Campos, depois de passada o episódio. Em 1907 volta à magistratura assumindo a Comarca de Laranjeiras, transferindo-se, no ano seguinte, para a Comarca de Estância, onde permanece até 1916, no Governo do general Oliveira Valadão, quando assume a Procuradoria Geral do Estado, sendo, no mesmo ano, nomeado Desembargador do Tribunal de Relação do Estado de Sergipe. Em 1925, quando foi criada a primeira Corregedoria, ele foi designado seu Corregedor até que em 1927, sendo eleito, em 14 de dezembro de 1926, no certíssimo Governo de Ciro de Azevedo, Presidente do Tribunal de Justiça, empossando-se em 1º de fevereiro de 1927. Foi reeleito 7 vezes, permanecendo na chefia do Poder Judiciário do Estado até 30 de julho de 1935. Aposentando-se no mesmo ano, vai residir no Rio de Janeiro, passando a desenvolver outras atividades, como advogado. Foi um permanente colaborador das revistas jurídicas, editadas por Antonio Manoel de Carvalho Neto e Francisco Leite Neto, produzindo grande número de ensaios, tratando de doutrina e de jurisprudência. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, participando da Comissão de História e Arqueologia, em 1917, e da Comissão de Admissão de Sócios, em 1919, sendo seu vice-presidente em 1927. Morreu no dia 02 de março de 1943, no Rio de Janeiro/RJ.
Texto extraído do Livro "Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008".

Referência:
Sergipe. Poder Judiciário. S484p. Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008 / Org. Ana Maria Fonseca Medina. Colab. Raylane Navarro Barreto; Eugênia Andrade Vieira da Silva. Aracaju: TJ: Sercore Artes Gráficas, 2008. 224p.

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