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Des Luiz Loureiro Tavares

Luiz Loureiro Tavares, filho de João Maria Loureiro Tavares e de Rosa Maria da Conceição Tavares, natural de Porto da Folha/SE, nasceu em 17 de março de 1883. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Bahia em 1904. Iniciou a carreira na magistratura em 1911. Foi nomeado desembargador da Corte de Apelação de Sergipe em 1935. Assumiu a Presidência dessa Egrégia Corte de janeiro de 1943 a março de 1945. Faleceu em janeiro de 1953

Des Jose Rodrigues Nou

José Rodrigues Nou, filho de Manoel dos Santos Nou e Maria Leite Nou, nasceu no Engenho Pau DÁlho, município de Arauá, Estado de Sergipe, no dia 08 de setembro de 1890. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da Bahia, em 1912. Em 1911, ainda acadêmico, foi nomeado Promotor de Laranjeiras, pelo Presidente do Estado, General José de Siqueira Menezes, sendo transferido, em 1916, para a Comarca de Estância. Considerando injusta a transferência, pede demissão e vai advogar em Vassouras, no Rio de Janeiro, retornando a Sergipe, doente, em 1919. Em 1920 foi nomeado Juiz Municipal de Capela e em 1921, depois de passar como Juiz Municipal e Juiz de Direito substituto, pela Comarca de Maroim, é removido para Siriri, sendo, em setembro de 1922 nomeado Juiz de Direito da Comarca de Aquidabã, que tinha sede em Propriá, instalando-a solene e festivamente. Em 1924 fez permuta com o Juiz Álvaro Silva, e foi para a Comarca de São Cristóvão, sendo removido, quase 14 anos depois, para a 4ª Vara de Aracaju, sendo logo transferido, a pedido, para a Vara Privativa de Menores. Em 15 de junho de 1945 foi nomeado Desembargador da Corte de Apelação. Estava no Tribunal Regional Eleitoral, em 1945, quando da realização das eleições presidenciais. No TRE tem oportunidades de participar de importantes pleitos eleitorais, assumindo a sua a Corregedoria, continuando no cargo no biênio 1947-1949, sendo novamente eleito Corregedor, atuando de 14 de dezembro de 1949 até 26 de novembro de 1950. De 1º de outubro de 1956 a 31 de agosto de 1957 é o Presidente do TRE, reeleito para mais dois mandatos, de 31 de agosto de 1957 a 31 de agosto de 1960. Em 8 de setembro de 1959 é eleito Presidente do Tribunal de Justiça, cumprindo seu mandato até 31 de agosto de 1960, ano da sua aposentadoria, depois de 46 anos de serviços, sendo 41 como Juiz e 5 como Promotor. Foi sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe em 1912, quando estudava na Faculdade de Direito da Bahia. Morreu no dia 29 de maio de 1971, em Aracaju/SE.
Texto extraído do Livro "Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008".

Referência:
Sergipe. Poder Judiciário. S484p. Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008 / Org. Ana Maria Fonseca Medina. Colab. Raylane Navarro Barreto; Eugênia Andrade Vieira da Silva. Aracaju: TJ: Sercore Artes Gráficas, 2008. 224p.

Des Humberto Diniz Sobral

Humberto Diniz Sobral, filho de Delfino de Faro Sobral e Maria Diniz Sobral, de tradicionais famílias da região produtora de açúcar, no vale do rio Cotinguiba, nasceu na Cidade de Rosário do Catete, Estado de Sergipe, no dia 29 de maio de 1901. Seguindo a tradição dominante ainda em Sergipe das primeiras décadas do século XX, optou pelo curso de Direito, bacharelando-se em Salvador, na Bahia, na década de 1920. Em 1932 foi nomeado Promotor de Vila Nova (atual Cidade de Neópolis) e em 1934 foi nomeado Juiz Municipal do Termo de Aquidabã até que em 1945 foi nomeado Juiz de Direito de Nossa Senhora das Dores, de onde é removido, em 1953, para assumir a 2ª Vara Cível de Aracaju. Nesse mesmo ano integra, como Juiz, o quadro do Tribunal Regional Eleitoral - TRE, onde permanece até 1959 quando volta o Tribunal de Justiça e integra, em 1964, a Comissão Geral de Investigações de Fatos Contrários à Segurança do País. Em 1962 retorna ao TRE, atuando com rigor na apuração do crime de morte do Prefeito de Capela, na eleição tumultuada de 1962, que elegeu Seixas Dória o Governo do Estado, impondo uma derrota ao líder udenista Leandro Maciel. Permanece como Juiz Eleitoral até 1966, quando foi nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, sendo eleito seu Presidente em sessão de 1º de fevereiro de 1967, tomando posse em 22 de fevereiro do mesmo ano, concluindo seu mandato em 28 de fevereiro de 1968, sendo substituído pelo Desembargador Serapião de Aguiar Torres.
Morreu no dia 04 de dezembro de 1970 em Aracaju/SE.
Texto extraído do Livro "Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008".

Referência:
Sergipe. Poder Judiciário. S484p. Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008 / Org. Ana Maria Fonseca Medina. Colab. Raylane Navarro Barreto; Eugênia Andrade Vieira da Silva. Aracaju: TJ: Sercore Artes Gráficas, 2008. 224p.

Des Jose Alves Neto

Natural de Campo do Brito/SE, nasceu em 18 de julho de 1942, filho de Manoel Alves de Souza e de Júlia Alves. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de Sergipe em 1966. Iniciou a carreira na magistratura em 1970. Foi nomeado desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe em março de 2002. Assumiu a Presidência dessa Egrégia Corte de fevereiro de 2011 a julho 2012. Aposentou-se em 2012.

Fonte: TJSE

TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Des Osorio de Araujo Ramos Filho

Natural de Aracaju/SE, nasceu em 22 de maio de 1947, filho de Osório de Araújo Ramos e de Abgail Ferreira de Araújo Ramos .Bacharelou-se em Direito pela Universidade Federal de Sergipe – UFS em 1971. Iniciou a carreira na magistratura em 1978. Foi
nomeado desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, pelo critério de antiguidade, em 16 de janeiro de 2008. Assumiu a Presidência dessa Egrégia Corte de julho de 2012 a janeiro de 2013 e de fevereiro de 2019 a fevereiro de 2021. Aposentou-se em 2022.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Des Liberio de Souza Monteiro

Libério de Souza Monteiro, filho de José Francisco Monteiro e Josefa Maria do Nascimento, nasceu na Cidade de Lagarto, Estado de Sergipe, no dia 06 de janeiro de 1847. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife, em 1888. Em 1892, segundo o Decreto 42 do Presidente do Estado, que organiza a magistratura sergipana, aparece, como Promotor Público, na Comarca de Lagarto, onde entra em luta com o Juiz de Direito, Filomeno de Vasconcelos Hora. Nomeado Juiz de Direito, assume, em 17 de agosto de 1899, a Comarca de Riachuelo, sendo designado, no mesmo ano, Juiz Preparador da Comarca de Capela, removido, no ano seguinte, para a Comarca de Maroim, e ainda em 1900 assume a Comarca de Laranjeiras. Em 1902 aparece envolvido na morte, em plena feira de Lagarto, do Juiz de Direito Filomeno de Vasconcelos Hora, tendo um irmão e um filho citados no fato, como autores. Permanece em Laranjeiras até 1907, ano em que é nomeado Desembargador do Tribunal de Relação do Estado de Sergipe. Em 1909 assume, interinamente, a Procuradoria Geral do Estado, e na sessão de 6 de fevereiro de 1912 consegue a metade dos votos e é considerado vencedor, por ser o mais antigo entre seus colegas desembargadores, para exercer a Presidência do Poder Judiciário, mas prefere aguardar outra oportunidade, que viria somente em 1925, por pura ironia no lugar daquele que ficara em seu lugar, em 1912, o Desembargador Manoel Caldas Barreto Neto. Foi eleito, então, Presidente do Tribunal de Relação, em 9 de dezembro de 1924, no Governo Graccho Cardoso, na vaga decorrente do afastamento, posto em disponibilidade do Presidente Caldas Barreto, permanecendo até 2 de fevereiro de 1926, quando passa o comando do Poder Judiciário ao desembargador João Maynard.
Participou da fundação, da instalação e ajudou no funcionamento do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, como sócio efetivo, integrando Comissões e publicando trabalhos de sua autoria, principalmente em parceria como o magistrado Álvaro Silva e com Antonio Batista Bitencourt, publicados na Revista do IHGS. Morando em Laranjeiras, depois de aposentado, passou a ser Sócio Correspondente. Morreu em 21 de março de 1947, em Laranjeiras.
Texto extraído do Livro "Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008".

Referência:
Sergipe. Poder Judiciário. S484p. Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008 / Org. Ana Maria Fonseca Medina. Colab. Raylane Navarro Barreto; Eugênia Andrade Vieira da Silva. Aracaju: TJ: Sercore Artes Gráficas, 2008. 224p.

Des Enoch Santiago

Enock Matusalém Santiago, filho de Ivo de Santiago Matusalém e Maria Benvinda, nasceu na Cidade de Lagarto, Estado de Sergipe, no dia 19 de novembro de 1892. Começa a trabalhar aos 14 anos, como Contínuo da Inspetoria de Higiene, trocando, no ano seguinte, pelo emprego de Contínuo da Recebedoria Estadual, permanecendo até 1911, quando passa a Grande Conferente da recebedoria Estadual e é transferido para Maroim. Somente em 1916, aos 24 anos, se dedica aos estudos, com professores particulares, e já casado resolve fazer o curso de Direito, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Bahia, em 1925, aos 33 anos.. Em 1926, inicia sua carreira jurídica, sendo nomeado Promotor da 3ª Vara Cível de Aracaju, seguindo- se como o integrante, em 1931, da Comissão responsável pela revisão geral dos contratos feitos pelo Estado e municípios com empresas ou particulares. Em 1932, foi designado Procurador dos Feitos da Fazenda, e em 1935 passa a Procurador Fiscal do Estado. Ainda em 1935 foi nomeado Juiz de Direito e designado para a Comarca de Vila-Nova (Neópolis) removido, em 1937, para a de Maruim, provocando uma crise no Governo Eronides de Carvalho que acaba aposentando-o, em 1938, sob a alegação de recusa para retornar a Vila-Nova. Entre 1938 e 1942 reside e advoga no sul da Bahia (Ilhéus e Itabuna) até que volta a Sergipe, sendo nomeado membro do Conselho Regional do Trânsito, sendo neste mesmo ano de 1942 nomeado Chefe de Polícia, na Interventoria de Augusto Maynard Gomes que revoga sua aposentadoria e o devolve à magistratura sergipana, como Juiz de Direito, até que em 1945 é nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, assumindo, em novembro do mesmo ano, sua presidência, substituindo a Hunald Santaflor Cardoso que assumira o Governo do Estado. Em 1946 passa a Corregedor Geral, função que ocupa até 1950 quando assume a presidência do Tribunal Regional Eleitoral onde fica até 1955. Em 1951 passa também a lecionar Direito Judiciário Civil, na recém criada Faculdade de Direito de Sergipe, assumindo, inclusive, a vice-direção da instituição.
Nas letras destacou-se como ensaísta, poeta, cronista e principalmente jornalista, editando já em 1913 o jornal "O Maroim Gonhamoroba" e, em 1914, "O Paladino", ambos em Em 1916 quando sai de Maroim e retorna a Aracaju colabora com os jornais "O Comércio", "Diário da Manhã" e "Jornal do Povo".
Escreveu e publicou diversos trabalhos, destacando-se no elogio a Gumercindo Bessa e ao Monsenhor Olímpio Campos, como orador oficial das sessões do Tribunal de Justiça em homenagens aos dois vultos sergipanos; e na Conferência pronunciada em 24 de outubro de 1915, intitulada Dr. Inácio Joaquim Barbosa e a cidade de Aracaju., publicada no volume 3 da Revista do IHGS, de 1916. Deixou, inédito, o pequeno livro Memórias de um Juiz aposentado.
Foi Orador da Lida Sergipense Contra o Analfabetismo; Membro, Secretário e Orador do Gabinete de Leitura de Maruim a partir de 1916; eleito membro da Academia Sergipana de Letras em 1929; e do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, sendo seu Presidente, e, ainda, membro do Instituto dos Advogados do Brasil Secção Sergipe.
Morreu no dia 16 de fevereiro de 1957 em Aracaju/SE. Foi homenageado post mortem com o Colar do Mérito Judiciário na gestão do Desembargador Manoel Pascoal Nabuco D'Ávila.
Texto extraído do Livro "Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008".

Referência:
Sergipe. Poder Judiciário. S484p. Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008 / Org. Ana Maria Fonseca Medina. Colab. Raylane Navarro Barreto; Eugênia Andrade Vieira da Silva. Aracaju: TJ: Sercore Artes Gráficas, 2008. 224p.

Des Pedro Barreto de Andrade

Pedro Barreto de Andrade, filho de Pedro Barreto de Andrade e de Ester Vieira de Andrade, nasceu na Cidade de Simão Dias, Estado de Sergipe, no dia 23 de março de 1918. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, em 1946. Em 1948 foi nomeado Diretor do Serviço de Assistência Municipal do Estado e em 1949 foi responsável pela Imprensa Oficial do Estado, ambos os cargos no Governo de José Rollemberg Leite, da coligação PSD-PR. Foi nomeado Promotor de Itabaiana, no mesmo Governo, até que em 1951 é designado Procurador da Fazenda Pública do Estado e depois Secretário da Justiça e Interior do Estado, já na gestão do governador Arnaldo Rollemberg Garcez. Nesse mesmo ano também foi Presidente do Conselho Estadual de Serviço Social e em 1952 foi empossado Secretário de Segurança Pública do Estado. Filiando-se ao Partido Social Democrático - PSD, concorreu à Assembleia Legislativa, mas ficou na suplência, sendo eleito, em 1954, Deputado Estadual, reelegendo-se em 1958 e ficando mais uma vez como suplente, em 1962. Enquanto tirava seu primeiro mandato, passou a lecionar, a partir de 1955, na Faculdade de Ciências Econômicas de Sergipe. Fora das dis- putas, foi nomeado, em 1964, pelo Governador Celso de Carvalho, Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe. Em 1968 entra para os quadros do Tribunal Regional Eleitoral -TRE sendo seu Vice-presidente até 1970. Em 1971 assume a Corregedoria Geral da Justiça e em 1972 foi eleito Presidente do Tribunal de Justiça, assumindo em 7 de fevereiro de 1973, e concluindo em fevereiro de 1975. Na sua gestão construiu dois Fóruns, um em Capela e outro em Aracaju. Em 1975, deixando a presidência, volta à Corregedoria e em 1977 retorna ao TRE reassumindo a Vice-presidência, função que ocupa até 1980, quando encerra a carreira com a aposentadoria. Foi homenageado, post-mortem, com o Colar do Mérito Judiciário na gestão do Desembargador Manoel Pascoal Nabuco D'Ávila. Morreu no dia 14 de setembro de 1984 em Aracaju/SE.
Texto extraído do Livro "Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008".

Referência:
Sergipe. Poder Judiciário. S484p. Dicionário biográfico dos Desembargadores do Poder Judiciário de Sergipe 1892-2008 / Org. Ana Maria Fonseca Medina. Colab. Raylane Navarro Barreto; Eugênia Andrade Vieira da Silva. Aracaju: TJ: Sercore Artes Gráficas, 2008. 224p.

Des Luiz Antonio Araujo Mendonca

Luiz Antonio Araujo Mendonca, natural de Itabaiana/SE, nasceu em 15 de dezembro de 1949, filho de Etelvino José de Mendonça e de Marinete Araújo Mendonça. Bacharelou-se em Direito, em 1973, pela Faculdade Braz Cubas, São Paulo. Iniciou a carreira na magistratura em 2005, quando foi nomeado desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe na vaga decorrente do quinto constitucional destinado a membros do Ministério Público. Assumiu a Presidência dessa Corte de Justiça sergipana de fevereiro de 2015 a fevereiro de 2017.

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