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Descrição arquivística
Acervo Colonial (1655-1822)
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São Cristóvão

A Criação do Arquivo do Poder Judiciário de Sergipe
O Arquivo do Poder Judiciário de Sergipe foi fundado oficialmente em 1984, com estrutura orgânica formada pela Lei nº 3.098, de 09 de dezembro de 1991, que definia suas atribuições de recolha, seleção, classificação, preservação e gerenciamento do patrimônio documental do Poder Judiciário do Estado de Sergipe.

Ao longo de sua existência, o Arquivo Judiciário foi alojado em algumas sedes provisórias. O primeiro passo efetivo para a organização estrutural e arquivística da documentação jurídica de Sergipe foi iniciativa do Desembargador Luiz Rabelo Leite (1983-1984), à época, Presidente do Tribunal. Dessa forma entre os anos de 1984 a 1996, o Arquivo do Poder Judiciário de Sergipe funcionou no Fórum Desembargador Pedro Barreto, no bairro 18 de Forte. Posteriormente, sob a gestão da Desembargadora Clara Leite de Resende (1996-1998), foi transferido para um casarão da Praça Olímpio Campos, hoje sede do Memorial da Justiça no estado. Nesta localidade funcionou entre os anos de 1996 a 2004. Seria transferido ainda mais duas vezes. A primeira, em abril de 2004 26 sendo alocado nos Fóruns Integrados II e, finalmente para sua sede própria no Complexo Administrativo no bairro Capucho.

A atual sede foi construída e inaugurada no ano de 2005, estruturado conforme os padrões requeridos pela arquivologia contemporânea.

Tribunal da Relação

Quiteria Francisca

Inventário sem testamento constando, entre outros bens, colheres de prata, tacho de cobre, sendeiro, seis escravos.

Tribunal de Justiça de Sergipe

Paulo Ribeiro e Maria de Oliveira

Inventário sem testamento constando, entre outros bens, tachos, enxadas, caixa velha, cangalha, pilão, frasco, foice, bolandeira, roçado de mandioca, vinte e quatro escravos, fivela de prata, rolinho de cobre novo, ralo de ralar mandioca, machado, espingarda selas, veste de seda, calção de pano, cavalos, redes, freio com suas cabeçadas, dividas.

Tribunal de Justiça de Sergipe

Marianna de Sandes

Inventário sem testamento constando, entre outros bens, anel de ouro, colheres de prata, espadim de prata, fivelas de prata, capona, oratório com suas imagens e banqueta, três escravos, tacho de cobre, moradas de casas, sítio de terras denominado Senhora do Monte, no Porto Grande, caixas, catre, banco, dívidas.

Tribunal de Justiça de Sergipe

Maria Caetana

Inventário sem testamento constando, entre outros bens, o sítio da Caraíba com casa de vivenda, senzala, casa de farinha com bolandeira com todos os seus acessórios e benfeitorias do dito sítio, quinze escravos, gado vacum, mandioca, casinha na rua do Carmo, caixa de despejo, oratório pequeno com imagens de Nosso Senhor Jesus Cristo e de Nossa Senhora da conceição, mesa de pau branco, tamboretes, caixinha suas molduras e gavetas, catres de jacarandá e de pau branco, armário liso, casco de frasqueira, machados, dívidas.

Tribunal de Justiça de Sergipe

Manuel Joze de Vasconcelos e Figueiredo

Inventário sem testamento constando, entre outros bens, crucifixo com sua cruz e cordão de ouro, coroas de ouro, resplendores de ouro, resplendores de prata, flores de ouro de cabeça de mulher, rosiclers de ouro, caxilho de breve com seu trancelim, coração de ouro, caixinha com partes de ouro, imagem de Nossa Senhora da Conceição de ouro, coroa de prata, caldeirinha de prata, vara com três asusenas de prata, salva de prata, garfos de prata, colheres de prata, tachos de cobre, bacia de cozer doce de cobre, ralo de cobre, prato de água, escoredeira de farelo de cobre, pedaços de cobre, bacias de arame, bacias de ferro, correntes de ferro, barra de ferro, roqueira de ferro com seus acessórios, cento e onze escravos (dois sem valor e mais dois forro), gavetão com gavetas, contador com gavetas e portas, mesa, tamborete de pau e de couro, banco de encosto, armários com e sem portas, estrados, fiador de tecer pano, catre de jacarandá, catre de madeira da terra, tronco de madeira da terra, almofreixe, frasqueira sem fechadura com quatro frascos, roda de mandioca com seu cobre, condeiros, caixas de pau branco, relógio grande, caixa com gavetas, canastra, bofete que está no oratório, pratos finos rasos, tigelas finas, prato de prata, oratório com dezessete imagens e todos os guizamentos de dizer missa e dos ornamentos cortes de prata, caixa de madeira de Portugal, enxadas, foices, machados, tenda de ferreiro, Engenho Lagoa da Penha, corrente e moente com todos os seus acessórios de cobre, casas de morar, de sobrado, senzalas e terras enexas com demais benfeitorias, sítios de terras denominado Curralinho e Picahes(?) anexos por uma porção de canas, casinha coberta de telhas com mandiocas e demais lavouras, saraça de cama, ovelhas burriquinhos, vacas, novilho, garrote, alambique com seus acessórios.

Tribunal de Justiça de Sergipe

Manoel Joze Nunes Coelho de Vasconcelos e Figueiredo (Coronel)

Inventário com testamento constando, entre outros bens, cordão de ouro com seu caxilho de breve, armas de bentinhos de ouro, botões de couro confeitados, botões de punho de ouro, botões de ouro de mulher, Imagem de Nossa Senhora da Conceição de ouro, laço de ouro do cabelo, rosiclear de ouro, engravamentos de corais vermelhos, anéis de ouro, caxilho de pente de cabelo de ouro, aparelho de florete de ouro, cordão de ouro, flores de ouro de cabeça, fivelas de ouro com diamantes, fivelas de liga de ouro e de prata, fivela de ouro de pescoço, selim de prata, florete aparelhado de prata, esporas de prata, boceta de tabaco de prata, filamento de botas de prata, cabos de faca de mesa de prata, colheres de prata, garfos de prata, faca de algibeira sem ponta aparelhada de prata, xapete de prata, paliteiro de prata, dois escravos, jogo de pistolas, baú, pratos finos, chapéus, cabeleiras, sapatos, saias de veludo, saias de seda, manto, capote de pano Berne, cinta de veludo, contas de cristal com Padre Nosso de ouro e cruz de filagrama, rosário azul claro com sua bolota de ouro, gibão de Berne agaloado, farado de Berne agaloado, vestidos pretos de cetim, calções de veludo, capote de Baragem com seu veludo na cabeça, calças, chambre de chita fina com seus calções, camisas, meias de seda branca, casaca de pano, armas de fogo, espingarda, anel de ouro com pedras, espelho de ferro, potro, carro de boi, cavalo, selas, escrivania com tinteiro de vidro, sorte de terras no Continguiba.

Tribunal de Justiça de Sergipe

Manoel Caetano do Lago (Tenente)

Inventário sem testamento constando, entre outros bens, fivela de prata, botões de ouro, anel de pedras, esporas de prata, cabos de faca de prata, colheres de prata, chapéus, candeeiros, tachos de cobre, frascos, pratos grandes, selas, freios, bride, sendeiros, bois, vacas, garotes, machados, martelo, foices, torno de ferreiro, enxadas, cavadores, banco, serras, serrote, compasso, ferro chamado diamante, plaina, roda de ralar mandioca, trinta e um escravos, Engenho de fazer açúcar moente e corrente denominado Comandaroba (com três tachos, um de cobre, dois de ferros, caldeira de cobre, guia de resfriar de cobre, duas aparadeiras, repartideira, pomba, dois carros de carrear, dez cangas, as terras que consistiam da perctura (?) que se comprou aos religiosos de Nossa Senhora do Carmo, sortes de terras compradas ao Capitão José Ferreira de Oliveira, assim, mais uma porção de terras que também se comprou ao Alferes Joze Ferreira, que vendeu a parte de dois herdeiros, como também todas as canas, duzentas formas de receber açúcar), sítio de terras na Vila de Itabaiana, caixas de açúcar branco e mascavo, pães de açúcar, dívidas. Contém a Provisão de tutoria concedida à inventariante por D. Maria, rainha de Portugal.

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